quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Cítara
O instrumento consiste numa série de cordas esticadas dentro ou sobre uma caixa de ressonância. Existem versões que só têm cordas livres, e versões em que algumas cordas estão esticadas sobre uma manga com trastos. Como vários outros instrumentos de corda, existe em versões acústicas e eléctricas. Desconfia-se que o nome cítara deriva de um instrumento da Grécia antiga chamada Kithara.
Na classificação de instrumentos de Hornbostel–Sachs, cítaras é também o nome dado a qualquer tipo de instrumentos que contém cordas esticadas dentro de uma caixa de ressonância, como por exemplo, saltério, psaltério, Saltério dos Apalaches, guqin, guzheng, koto, kantele, gayageum, đàn tranh, kanun, autoharpa, santoor, saltério chines, piano, cravo, santur, swarmandal, entre outros. Neste caso pode-se chamar de família das cítaras.
Diferente da cítara, o sitar possui suas cordas esticadas além da caixa de ressonância, ou seja, num braço.
Curiosidades
NOME- Cítara.
FAMÍLIA - Cordas.
EXTENSÃO - Cerca de cinco oitavas e meia.
MATERIAL - Caixa de ressonância de madeira com cordas de metal, de tripa ou de nylon.
TAMANHO - Cerca de 68 cm de comprimento; 33 cm de largura.
ORIGENS - Os diferentes tipos de cítaras têm sido usados desde os tempos pré-históricos.
CLASSIFICAÇÃO - Cordofone - instrumento que produz som através de vibração das cordas.
Lira

A lira é um instrumento de cordas conhecido pela sua vasta utilização durante a antiguidade. As récitas poéticas dos antigos gregos eram acompanhados pelo seu som, ainda que o instrumento não tivesse origem helênica. O gênero de instrumento a que pertence a lira terá tido o seu alvorecer na Ásia, inferindo-se que terá entrado na Grécia através da Trácia ou da Lídia. Enquanto que os primeiros intérpretes, heróicos, e aqueles a quem se reconhecem melhoramentos no instrumento eram das colônias da Iónia, da Eólia ou da costa adjacente ao império Lídio, os mestres propostos pela mitologia grega eram Trácios: Orfeu, Museu e Tamíris.
A estrutura de uma lira consiste num corpo oco - caixa de ressonância - do qual partem, verticalmente, dois braços (montantes), que, por vezes, também são ocos. Junto ao topo, os braços ficam ligados a uma barra - o jugo - que liga as cordas até outra saliência de madeira transversal - o cavalete - disposta junto à caixa de ressonância e que lhe transmite as vibrações das cordas. As cordas são percutidas com a ajuda de um plectro. O número de cordas variava, geralmente entre seis e oito.
As cordas eram feitas de tripa ou de tendões de boi ou carneiro. Há quem afirme que os braços primitivos deste instrumento eram feitos com chifres de cabra.
No Império Bizantino e na Grécia moderna, liras são instrumentos tocados com arco. Na música tradicional grega viva, há três tipos predominantes de lira: a lira cretense, a lira de Constantinopla (polítiki lyra) e a lira do Ponto (pontiakí lyra). São instrumentos pouco menores do que um violino, com três cordas, que se tocam apoiados no colo. As liras desempenham papel de instrumentos de solo na música grega.

Dulcimer é um instrumento de cordas percutidas, de origem medieval. Consiste em uma caixa acústica de madeira com cordas metálicas de aço, dispostas horizontalmente, possuindo um número variável de cordas montadas sobre. Pertence à família do saltério.
É composto de várias cordas de metal, dispostas em grupos de duas a cinco por nota e distribuídas ao longo de uma caixa de ressonância plana, de formatrapezoidal. As cordas passam sobre pontes que se encontran acopladas à caixa. Cada corda é equipada com uma surdina controlada por um pedal. Atessitura do dulcimer é bastante ampla e vai desde ore2 ao mi6. O som se produz quando as cordas são batidas por baquetas, pequenos martelos que produzem um som vibrante, seco e metálico. Existem variantes de disposição de escalas cromáticas e não cromáticas. [1]
Considerado como antecessor do piano, embora não tenha teclas, o instrumento é originário do Oriente Próximo, provavelmente do santur iraniano. Seu uso foi difundido na Espanha durante o século XII.
O dulcimer é usado na música folclórica de toda a Europa. No final do século XIX, o dulcimer húngaro (ou címbalo húngaro) deu lugar a um elaborado instrumento, totalmente cromático, com quatro pés e um pedal de surdina, como o piano. É utilizado na ópera de 1926 Háry János, do compositor húngaro Zoltán Kodály.
Conclusão:Bom,na minha opinião foi muito bom estudar Dulcimer,por ser muito antigo
terça-feira, 26 de abril de 2011
Órgão Hammond

O órgão Hammond é um órgão eletro-mecânico desenvolvido e construído por Laurens Hammond em torno de 1934. Enquanto originalmente vendido para igrejas como uma alternativa de baixo custo ao órgão de tubos, acabou sendo usado para o jazz e o blues, e então para uma extensão do rock and roll (nas décadas de 1960 e 1970) e música gospel.
Laurens Hammond visava que seus órgãos substituíssem os órgãos de tubos e o piano para residências de classe média e para uso em estações de rádio. Nos primeiros anos de produção foi isso que aconteceu, mas na década de 1950 músicos de jazz como Jimmy Smith começaram a usar o som distinto do instrumento. Na década de 1960 o Hammond tornou-se popular entre grupos de pop. Ele foi parte relevante do som inovador das bandas de rock Deep Purple e Uriah Heep no início da década de 1970, quando teve seu ápice de popularidade, até a proliferação dos sintetizadores, em especial os polifônicos.
No Brasil, tivemos grandes interpretes em órgãos Hammond. Walter Wanderley, que soube aproveitar a pluralidade do instrumento dentro de um fraseado do samba e Ed Lincoln, numa linha parecida, mas com voz própria em um ritmo dançante. Os bailes que Ed Lincoln animava, pilotando seu Hammond, eram famosos em sua época. Outros músicos e admiradores do instrumento, como Djalma Ferreira, Chuca-Chuca, Steve Bernard e o escritor Gustavo Corção podem também ser citados.
